terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Conheça a história da Autolatina

Apollo, Verona, Santana, Escort, Logus, Royale, Versailles, Quantum. Carros inesquecíveis feitos por uma empresa que nem todo mundo lembra: a Autolatina. Em 1987, a indústria automobilística também passava por uma fase difícil e os principais mercados da América do Sul, Brasil e Argentina, registravam forte queda nas vendas. Embora conseguissem manter a lucratividade, Volkswagen e Ford decidiram se unir para reduzir custos de produção e compartilhar tecnologia.

O resultado foi a criação da Autolatina em 1º de julho daquele ano e o desenvolvimento de uma série de produtos “gêmeos”, que tentavam disputar em segmentos diferentes o mesmo mercado, a partir de 1990. No controle da empresa estava a Volkswagen, com 51% das ações. A vantagem da Ford seria o aumento de participação no mercado brasileiro, o qual a Volkswagen tinha conquistado a liderança ao longo dos anos.

De acordo com o professor de finanças corporativas da Brazilian Business School (BBS), Plínio Chap Chap, a ideia era desenvolver produtos complementares, já que o foco de negócios da Fiat no país era diferente do foco da Volkswagen. “Foi uma joint-venture mais mercadológica”, observa o professor.


Entretanto, a operação sul-americana enfrentou diversos problemas ao longo dos anos. As matrizes concorriam no âmbito mundial, o que dificultava o compartilhamento de tecnologias, além disso, as políticas econômicas do Brasil prejudicavam os investimentos em longo prazo. Porém, o que realmente levou a operação ao fracasso, em 1994, foi a falta de desenvolvimento da rede de concessionários e do reforço de uma marca única.


O consultor de mercado e sócio da Creating Value Consultoria, Corrado Capellano, explica que, na época, pouca importância foi dada ao desenvolvimento de uma cultura que focasse produtos e rede de vendas, enfim, que trabalhasse diretamente com os clientes. “Isso acabou matando a empresa”, avalia Capellano.


O fim da Autolatina, em 1994, foi marcado pela abertura econômica brasileira, que possibilitou a invasão de produtos importados. As vendas do mercado interno foram retomadas e Volkswagen e Ford seguiram com operações distintas, pois passaram a competir em todos os segmentos. E para isso, as duas montadoras tiveram de correr para desenvolver novos produtos.

Confira os carros 'gêmeos' desenvolvidos pela Autolatina:

Foto: Divulgação

Volkswagen Apollo e Ford Verona (Foto: Divulgação)

Volkswagen Apollo e Ford Verona

O Volkswagen Apollo foi lançado em 1990 e compartilhava a estrutura do Ford Verona. O motor era o AP 1.8, desenvolvido pela montadora alemã. O modelo era mais caro que o irmão Verona, pois tinha como foco o segmento de luxo. Com mercado restrito, o carro saiu de linha em 1992. O sedã Ford Verona foi desenvolvido pela montadora americana a partir do Escort MK IV. O lançamento também foi 1990, mas o carro só parou de ser fabricado em 1996. O modelo tinha duas opções de motor, o CHT de 1.6 e o AP de 1.8.

Foto: Divulgação

Volkswagen Santana e Ford Versailles (Foto: Divulgação)

Volkswagen Santana e Ford Versailles

O Ford Versailles foi lançado 1991 e substituiu o Del Rey. A plataforma era a mesma do Volkswagen Santana, que foi reestilizado em 1991, em função dos projetos da Autolatina. Mas a história do Santana é muito mais antiga. O carro chegou ao mercado nacional em 1984, era a segunda geração do Passat, vendido na Europa.

Foto: Divulgação

Volkswagen Quantum e Ford Royale (Foto: Divulgação)

Volkswagen Quantum e Ford Royale

Lançada em 1985, a perua Santana Quantum, da Volkswagen, foi marcada pela avançada tecnologia, o acabamento luxuoso e por ter quatro portas. Em 1992, a Ford lançou o Royale com a mesma base do Quantum, mas apenas na versão duas portas.

Foto: Divulgação

Volkswagen Logus e Ford Escort (Foto: Divulgação)

Volkswagen Logus e Ford Escort

O Volkswagen Logus foi fabricado entre 1993 e 1997, com base na geração MK IV do Ford Escort. Os modelos compartilhavam a base mecânica e a suspensão, mas o acabamento era diferenciado. A primeira geração do Ford Escort chegou em 1983 e saiu de linha somente em 2003. Ao longo dos anos, o modelo trouxe importantes inovações ao mercado nacional, como a versão XR3, de visual esportivo, e a versão conversível, em 1985, que retomou a produção de conversíveis em fábricas nacionais.

Volkswagen Pointer

A Autolatina desenvolveu ainda o projeto do Volkswagen Pointer, também originário do Escort. No entanto, quando o modelo foi lançado em 1994, logo após o fim da Autolatina, e o carro saiu como sendo da Volkswagen. A produção do Pointer foi encerrada em 1996.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bugatti encontrado em fundo de lago é leiloado por US$ 368.320

A casa de leilões Bonhams divulgou, neste domingo (24), fotos de um Bugatti Brescia Type 22 Roadster 1925 que ficou mais de 70 anos debaixo d’água, no Lago Maggiore, na Suíça. O carro foi leiloado neste sábado (23) por 260,5 mil euros (US$ 368.320). O leilão fez parte de um evento anual da casa, chamado de Retromobile Bonhams.

O roadster, registrado na França, foi abandonado por seu proprietário em 1936 e empurrado para dentro do lago por funcionários aduaneiros da Suíça. Pesquisadores acreditam que o carro tinha acumulado direitos de importação, que teriam superado seu valor, o que justifica o abandono.

O carro só foi achado por mergulhadores em julho de 2009, a 52 metros de profundidade. Cerca de 20% dos componentes originais do carro foram recuperados.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Carros antigos ainda em cegonhas!

Tenho certeza que as vezes nôs perguntamos; "Como era receber um carro novo a 60, 50 ou 40 anos atráz?"Garimpando no vásto mundo da net encontrei fotos de Cegonheiras "velhinhas". São fotos de caminhões e carros das décadas de 40 e 50, verdadeira relíquia que mostra um pouco sobre a história automobilística. As informações foram tiradas do autoclube.blog.br . A grande maioria das fotos foi tirada da coleção de fotos de caminhões de John Jurkowski.

Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Ford F6 1952, levando carros da mesma marca

Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Ford 1948, levando automóveis da marca Mercury 1951
Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Ford F5 com alguns automóveis Ford 1951
Carros antigos em cegonhas
Frente da cegonheira F 5

Carros antigos em cegonhas
Ford COE cegonheira 1942, levando FORD 1946 e PICK-UP Ford 1946
Carros antigos em cegonhas
Ford COE cegonheira 1949 transportando Ford F1 Furgões 1949
Carros antigos em cegonhas
Ford COE cegonheira 1949 transportando Pick-ups Ford F3 e F1
Carros antigos em cegonhas
GMC puxando outro GMC que puxa um Dodge Fargo
Carros antigos em cegonhas
Dodge COE cegonheira transporta Pick-up Dodge 1951 e Furgão Dodge 1951
Carros antigos em cegonhas
Plymouth
Carros antigos em cegonhas
Chevrolet COE 1951 levando Pontiacs
Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Nash tranportandos automóveis da Marca Nash, show a parte
Carros antigos em cegonhas
Chevrolet COE cegonheira e autênticos Buick´s, foto de 1952
Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Marta Rocha e alguns Buick´s, foto de 1955
Carros antigos em cegonhas
Oldsmobile, 1955
Carros antigos em cegonhas
Cegonheira Studebaker, transportanddo Studebaker Champion e Pick-up Studebaker
Carros antigos em cegonhas
Vários Studebaker´s
Carros antigos em cegonhas
Caminhão F8 e Pick-ups Studebaker

Fiat Spazio e Oggi: maturidade para o 147

O "pequeno notável", apelido dado pela própria Fiat ao modelo 147 precisava se modernizar na virada dos anos 1980 para enfrentar seus novos concorrentes como o Volkswagen Gol e o Corcel II. Para vender mais, precisava oferecer mais opcionais e se diferenciar, ainda que o projeto de carro fosse o mesmo. Afinal, o Fiat 147 era um produto de alta tecnologia na época, com motor transversal e também o primeiro carro nacional movido a álcool. Ainda assim, tinha fama de frágil e seu câmbio áspero era fonte de problemas.



Por isso, a versão Spazio chegou em 1983 para renovar a linha e posicionar o modelo 147 entre os compactos de melhor acabamento. A dianteira era diferente com faróis maiores, uma nova grade com quatro barras inclinadas (símbolo internacional da Fiat), para-choques envolventes, repetidores de setas, lanternas maiores de poliuretano e vidro traseiro maior para melhorar a visão do motorista.



O Spazio vinha com o motor 1300 já conhecido na linha, porém com câmbio de cinco marchas, que era um opcional muito desejado na época. Também teve a versão CSS, com motor 1,4 litros que também equipou as versões de corrida da Copa Fiat. Usando a mesma base da perua Panorama, chegava alguns meses depois o Oggi, um pequeno e simpático sedan com generoso porta malas e o mesmo acabamento do Spazio.



Apesar do grande porta-malas de 440 litros, o consumidor não recebeu bem o estilo retilíneo da parte traseira do Oggi, que não combinava com a grade dianteira e com as linhas do carro. O painel também merecia elogios, com instrumentos bem organizados. Na parte central, luzes espia e marcador de temperatura. Nas laterais, controle de ventilação, desembaçador e acendedor de cigarros, console e porta objetos, tudo bem distribuído.



Mas as inovações chegavam tarde demais, e a concorrência avançava a passos rápidos. O Uno chegaria em 1984, e tiraria boa parte das intenções de compra do Spazio, Oggi e da perua Panorama. Em 1985, apenas dois anos depois, os dois modelos deixaram de ser produzidos. No ano seguinte, o último derivado do Fiat 147, a perua Panorama deixaria as linhas de montagem da marca italiana em Betim, Minas Gerais.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Miniaturas Mauro Fogo - Prontas

Olá a todos!
Esou postando as Miniaturas vendidas ao meu amigo Mauro de SP. São Miniaturas 1:18 em papel com rodas em PVC com as figuras das rodas em papel.