
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Puma GTB

Em 1979 foi apresentado o modelo reestilizado rebatizado para GTB/S2 (sigla para Série 2) e posteriormente foram lançadas as versão S3 (esta similar ao S2, porém com motor 4 cilindros) e S4 (equipada com um turbocompressor). Estas últimas duas versões são extremamente raras de serem encontradas.
Em 1987 a Puma foi vendida para a Araucária Veiculos de Curitiba, que fabricou 30 unidades da GTB S2 com o logotipo ASA (Araucaria Sociedade Anônima).
Em 1988 foi novamente vendida agora para a Alfa Metais Veículos também de Curitiba, que reestilizou o modelo e o relançou com o nome de AMV 4.1. Foram fabricados até o ano de 1991, quando encerraram a produção dos carros com plataforma GM 6 cil.

Conforme as características da marca a carroceria era produzida em fibra de vidro. Embora utilize mecânica GM, seu chassis (tubular) e sua suspensão traseira eram de fabricação própria.
Foi produzido nas Versões GTB, GTB/S2, GTB/S3 e GTB/S4.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O Karmann-Ghia


O Karmann-Ghia foi criado em 1955 na Alemanha. Em 1962 eles começaram a ser produzidos no Brasil pela Volkswagen. A montagem era feita da seguinte maneira: a Volkswagen fornecia o chassi e os componentes mecânicos e a Karmann-Ghia produzia a carroceria e cuidava da montagem e acabamento. O veículo então voltava à Volkswagen, responsável pela venda e assistência técnica.
Os primeiros modelos eram equipados com o mesmo motor 1200 de 36 cv do sedã e atingia na época
118 km/h de velocidade máxima. Com esse motor, o Karmann-Ghia levava mais de 30 segundos para atingir os 100 km/h. Em 1967 a Volkswagen começou a modernizar a mecânica de seus veículos e dotou o Karmann-Ghia com um motor de 1500 cm3 que desenvolvia 52 cv (a 4600 rpm). O KG passou a atingir 135 km/h de velocidade máxima e acelerar de zero a 100 km/h em 26,3 segundos. A partir de 1968 o Karmann-Ghia vinha com painel revestido em madeira imitando jacarandá e trava de direção embutida.

Em 18 de janeiro de 1968 a Volkswagen do Brasil lançava o Karmann-Ghia conversível. Em um material de divulgação enviado à imprensa na época, a VW afirmava que a capota do modelo brasileiro era de "estilo mais avançado" que o modelo alemão, já que foi desenhada com a linha "targa", isto é, o modelo poderia ser utilizado também com meia capota. De acordo com o release da época, esse tipo de capota "permitirá desse modo máxima ventilação do interior do veículo além de sombra para os passageiros." Inicialmente, o Karmann-Ghia podia ser adquirido nas cores vermelho Molibdato e branco Pérola e a partir de 1968 também nas cores amarelo Bahama, amarelo Milho, azul Ultra-marinho e verde Íris. Já a capota "será sempre em lona impermeável preta".
O projeto do Karmann-Ghia mereceu em 1969 a inclusão de seu nome na relação dos "15 mais belos projetos industriais do mundo" organizada pelo Museu de Arte de Sarasota, Flórida. Em 1970 os Karmann-Ghia ganharam uma série de aperfeiçoamentos: um motor mais potente (1600 da Volkswagen que desenvolvia 60 hp), freios a disco nas rodas dianteiras, rodas de quatro furos com novas calotas, novos pára-choques, quebra-ventos nas portas, o Karmann-Ghia atingia aproximadamente 140 km/h.
Assinar:
Postagens (Atom)