
Nós já vimos esse carro em: Dodge Coronet 1953 ... onde há inclusive uma foto colorida, em que pode-se ver o azul forte contrastando com o branco do teto.
Embora sem as placas, o carro não era OKm, pois as imagens são de 1964.




![]() | VOLKSWAGEN SP1 A probabilidade de encontrar um é tão pequena que o SP1 se tornou um dos carros mais raros do Brasil. Isso porque apenas 88 unidades foram produzidas entre novembro de 1972 e 1973. Para efeito de comparação, o irmão maior SP2, passou a barreira das 10 mil unidades. “O carro era muito fraco de potência para um modelo esportivo”, lembra Bob Sharp. O SP1 1.6 tinha 65 cv, ante os 75 cv do SP2, de 1,7 litro. |
![]() | FIAT OGGI VERSÃO CSS Para o Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos , em 1984, a Fiat lançou uma versão de corrida do Oggi, a CSS. Emerson Fittipaldi chegou a pilotar um, mas o título de Marcas daquele ano ficou com a Volkswagen. Limitado a 300 unidades, o modelo foi o primeiro Fiat nacional com motor acima de 1.3. Sob o capô, o sedã trazia o motor de 1.490 cm3 e 78 cv. Mas o desempenho da versão nas pistas foi equivalente ao nas lojas, o que levou à retirada do mercado um ano após a estreia. "Hoje em dia é um carro rraríssimo e muito procurado por colecionador", afirma Bob Sharp. |
![]() | CHEVROLET CORSA GSi A versão esportiva do modelo chegou em outubro de 1994 para disputar mercado com alguns carros "apimentados" da época, como Gol GTI, Escort XR3i e Uno Turbo. Mas o motor 1.6 16V de 108 cavalos de potência era importado da Hungria e "sofreu" muito com a gasolina nacional. Então, em 1996 a fabricante optou por parar a produção da versão. |
![]() | LADA Se o fracasso de um modelo é um rombo no orçamento, imagine de uma marca inteira. A Lada, fabricante russa ícone da era das importadoras no Brasil nos anos 90, durou, com muito esforço, cinco anos no país. O desenho da carroceria ultrapassado, a falta de adaptação ao combustível nacional e a baixa qualidade das peças foram diminuindo a euforia dos consumidores no Brasil. No entanto, o golpe fatal veio em 1995, quando a alíquota de importação subiu de 20% para 70%, uma diferença que nem mesmo as vendas do jipe Niva e os preços baixos dos outros modelos conseguiram suportar. |
![]() | CHEVROLET TIGRA E CALIBRA Importado pela GM no final de 1998, o Chevrolet Tigra deixou de ser comercializado no país no início de 1999 por causa do preço elevado. Nos poucos meses de "vida", o pequeno coupé baseado no Corsa e produzido pela Opel (a subsidiária europeia da GM) vendeu por aqui 2.652 unidades. Os motivos foram uma súbita desvalorização do real, que elevou ainda mais o preço do modelo e o preço das peças. A estratégia já havia sido mal sucedida com o Calibra, da mesma marca, entre 1994 e 1996, que também era equipado com propulsor alemão e teve apenas 1.600 unidades vendidas por aqui. |
![]() | FORD FIESTA 1.0 SUPERCHARGER Um hatch com motor 1.0 de 95 cv tinha tudo para ser bem sucedido, mas não foi. O primeiro carro nacional com compressor de fábrica foi lançado em 2002 e quatro anos depois saiu de fininho do catálogo da Ford. “O modelo chegou a vender bem, mas teve vida muito curta, porque o brasileiro queria um carro que andasse como um 1.6, mas que tivesse o consumo de um 1.0, o que não acontecia”, diz Bob Shap. O mesmo propulsor passou a equipar em 2003 o EcoSport, mas 'sobreviveu' apenas mais três anos no utilitário-esportivo. |
![]() | VOLKSWAGEN POLO 1.0 16V Em agosto de 2002, mês de estreia desse modelo, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros novos caiu de 10% para 9% para motores 1.0. Mas, para automóveis de 1 litro a 2 litros, foi de 25% para 16%, nos modelos a gasolina, e de 20% para 14%, nos a álcool. Com a mudança, o Polo 1.0 16V, de 79 cv, passou a custar apenas R$ 610 a menos do que a versão 1.6, que trazia ar-condicionado e motor de 101 cv. O erro estratégico aposentou a versão do hatch no final de 2003, data informada pela fabricante. “O lançamento foi logo após o anúncio do governo. Quem ia comprar um carro 1.0 mais caro e menos completo que um 1.6? Foi uma das maiores ‘barrigadas’ que já vi no Brasil”, lembra Fernando Calmon. |