sexta-feira, 28 de maio de 2010
Chevette GP II
Mais uma novidade da Clássicos Antigos Guerininet. Chevette GP II, um marco na fabricação de automóveis no brasil. Lançada em uma época em que o brasil receberia o grande premio de Fórmula 1.
Este modelo está Original, na tradicional cor Amarela com as marcantes faixas decorativas nas laterais e também que seguiam pelo capo dianteiro e traseiro.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Miniatura Dodge Corpo e Bombeiro
Seguindo minhas postagens sobre meu trabalho em miniaturas de papel, vou deixar umas imagens de uma miniatura de um Dodge dart 74 - Viatura do Corpo de Bombeiros.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Gol de placa: demos uma volta no pioneiro GTI
O Salão do Automóvel de 1988 atraiu a atenção do público e da imprensa especializada de forma singular. Além das novidades da linha 89, a grande expectativa ficou por conta da apresentação do primeiro modelo nacional equipado com injeção eletrônica: o Volkswagen Gol GTI. Além do aspecto tecnológico, a nova versão prometia fortes emoções ao volante. Os fãs da Volkswagen acompanhavam a linhagem esportiva do Gol desde o lançamento do GT, quatro anos antes. O GTS veio em seguida, remodelado e cheio de “más” intenções.
A injeção Bosch LE-Jetronic foi escolhida para equipar o modelo. Sem contar as vantagens do sistema em relação ao carburador, ainda havia o diferencial de eliminar o afogador, tornando as manhãs menos estressantes. Era só dar partida e ir embora. É importante salientar que, naquela época de importações fechadas, não tínhamos acesso a alguns itens – hoje banais – nos automóveis de passeio, como freios a disco nas quatro rodas e ABS, só para citar dois deles. Voltando ao aspecto emocional do texto, o novíssimo GTI causou forte impressão na mídia e nos leitores aficionados por novidade. A carroceria azul-mônaco com detalhes pintados de cinza, era uma combinação exclusiva do GTI ,o que tornou o esportivo ainda mais exclusivo.
Esportivo era evolução das versões GT e GTS
Pequeno, veloz e bem equipado, o modelo rapidamente se tornou o rei das estradas. O motor de 1.984 cm³ de cilindrada e 120 cavalos sobrava no quesito desempenho. Desse modo, ele se tornou o carro mais rápido do Brasil, na época, cravando 174 km/h de velocidade máxima.
O acabamento interno é referência até hoje quando se fala em esportivos que, diga-se de passagem, estão em falta no mercado nacional. Esportivos de padrão médio, que fique claro, e não os importados, que oferecem uma gama enorme de opções.
O volante de boa empunhadura tem revestimento de couro. O capricho pode ser notado na alavanca de câmbio, com costuras na manopla, e no conforto dos bancos Recaro. O exemplar das fotos, ano 1990, traz os comandos do painel bem posicionados, todos ao alcance das mãos. Excelente ergonomia. Quando a chave é girada, o ronco encorpado do propulsor se faz presente. Algumas estocadas no acelerador e o verdadeiro espírito GTI aparece, evocado pelo DNA esportivo da empresa. O escapamento traz esse diferencial do ronco, um detalhe que faz toda a diferença para quem gosta de ouvir um motor trabalhando.
Maurício, o proprietário, é um apaixonado pela marca. “Me lembro muito bem de ver o modelo sendo lançado no salão. Na época eu tinha 16/17 anos. Imagina a fissura de um moleque vendo nascer o mito, me lembro de ler e guardar as revistas, ir a uma concessionária da VW só para olhar mais de perto”, revela. Vinte anos se passaram até que o “garoto” chegasse ao carro. Maurício conta que viu o modelo estacionado em frente a uma oficina e foi conferir. “Estava tudo lá, as rodas pingo d´água sem um raladinho, os bancos Recaro impecáveis, o volante de couro perfeito, o escape com ponteira dupla e só 64.000 km no odômetro”, conta.
As lembranças da adolescência voltaram na hora e ele deixou um cartão caso houvesse interesse do dono em vendê-lo algum dia. Qual não foi sua surpresa quando recebeu um telefonema, quatro meses depois. O GTI estava mais próximo, mas por um valor bastante alto. Mas sonho é sonho. “Até que, num domingo à noite, estava eu lá dando a minha conferida diária nas fotos quando notei que o valor havia abaixado um pouco. Nem dormi direito e mal podia esperar a segunda-feira de manhã”, diz.
E continua. “Assim que cheguei ao trabalho redigi um e-mail contando ao dono toda a minha paixão pelo modelo e pedindo desculpas. Fiz uma proposta de compra parcelada e ainda abaixo do valor pedido. Essa era de fato a única maneira de eu conseguir realizar o sonho e já esperava um “não” como resposta. Mas, para minha surpresa, ele aceitou”, revela. Desse modo o modelo chegou às suas mãos e hoje faz companhia a um GT 1984 na garagem.
No mês passado o primeiro exemplar do Gol recebeu a placa preta, prêmio máximo de reconhecimento para um automóvel. E na esteira dele virão os GT, GTS e GTI, verdadeiras máquinas esportivas que povoaram os sonhos e despertaram desejos de toda uma geração.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Impala 61: tunado ou retrô?
O Impala é um dos clássicos Chevrolet que nunca saem de moda. Lançado em 1958 como top de linha, ele modernizou a linha GM e foi um dos carros mais vendidos do mercado norte americano. No Auto Show Collection encontramos este belo exemplar de 1961 em impecável estado de conservação e toques pessoais que levantam uma dúvida: este carro é tunado ou retrô?
Em 1961 o Impala já estava na terceira geração e vendia perto de um milhão de unidades por ano. Em apenas nove anos, a produção desse carro bateu as oito milhões de unidades fabricadas na unidade GM do Texas. Nesta geração, o carro já não tinha a traseira "asa de gaivota", mas sim um conjunto óptico com três lanternas inspiradas nas turbinas de um avião, com um friso sobre fundo branco.
O mesmo friso branco está presente na lateral, o que amplia as dimensões visuais do carro e realça o seu estilo "banheira", bem característico do final dos anos 1950 e início dos 1960.
A combinação do vermelho com branco está presente não só na carroceria, mas por todo o interior, nos bancos e forrações do carro. O banco traseiro traz o emblema do Impala, também inspirado na aeronáutica, bem como o console central com frisos cromados.
As rodas cromadas e a suspensão levemente rebaixada modernizam o visual deste Impala, que mantém todo o restante de sua configuração original. Afinal, os pneus originais aro 15 são estreitos e diagonais, e o freio a tambor. Mas o novo conjunto de rodas e pneus de perfil baixo combinam com tanta perfeição que a nossa pergunta fica sem resposta: tunado ou retrô?, o Impala ganhou traje esportivo com adereços singulares.
O exemplar das fotos é um cupê, fabricado em 1961, ano em que estreou a versão SS (Super Sport), que vinha com câmbio manual ou automático (carro da foto), conta giros, reforços de suspensão, chassi e freio melhor dimensionado para o porte do carro.
No painel, o detalhe de uma boneca havaiana, já que o visual "litorâneo" cai com perfeição neste belo carrão vermelho. Imagine desfilar com ele pela Kaanapali Parkway, avenida que passa pela bela orla da praia de Lahaina, no Hawaii, curtindo o pôr do sol e ouvindo "Hawaiian Beach Song", de Elvis Presley...
sábado, 22 de maio de 2010
Miniatura Monza Classic
Aos apaixonados pelo modelos da Chevrolet deixo aqui uma miniatura do Monza Classic que encontrei no blog Cemodelazil. Grande trabalho eternizando mais um clássico Nacional.
Creditos: http://cemodelazil.blogspot.com
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